segunda-feira, 30 de julho de 2012

Sarney escapa de ter que divulgar vencimentos



Lei de Acesso à Informação entre em vigor nesta terça-feira, salários de parlamentares e assessores serão divulgados.



O presidente do Senado, José Sarney, é um dos que recebem acima do teto. Além do salário de senador, ele tem aposentadoria de ex-governador ;

Brasília. Obedecendo a Lei de Acesso à Informação, o Senado e a Câmara divulgarão, a partir de terça-feira, os vencimentos de seus servidores, deputados e senadores. No caso dos parlamentares, a publicidade será dada apenas ao salário que recebem pela atividade no Congresso, e não de outras fontes, como aposentadorias de ex-governadores, o que permite um ganho acima do teto do funcionalismo, que é de R$ 26,7 mil. Já os servidores terão não só seus salários divulgados, mas também as gratificações, os adicionais e as horas extras.

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é um dos que recebem acima do teto. Além do salário de senador, de R$ 26,7 mil, ele tem aposentadorias de ex-governador do Maranhão e de servidor do Tribunal de Justiça daquele estado. Sua assessoria de imprensa não informou os valores.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já considerou ilegal o pagamento de aposentadorias para ex-governadores, em 2007, em julgamento sobre pensão recebida pelo ex-governador de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT. O benefício não está previsto pela Constituição de 1988, mas é respaldado em leis estaduais.

Na Câmara dos Deputados, foi publicada na sexta-feira uma portaria com as regras específicas de divulgação dos salários de deputados e funcionários da Câmara. O Sindicato dos Servidores do Legislativo (Sindilegis) entrou no mesmo dia com ações na Justiça para tentar impedir a divulgação dos nomes dos servidores da Câmara e do Senado no próximo dia 31.

De acordo com o presidente do Sindilegis, Nilton Paixão, o sindicato é contra a divulgação dos nomes dos servidores e funcionários, mas concorda com a divulgação individualizada dos dados, com o cargos, salários, extras e descontos.

Diário do Nordeste

Fazenda vê falcatruas nas empresas da governadora Roseana Sarney




O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda, constatou irregularidades em transações financeiras realizadas pela família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas neste sábado. Conforme a publicação, o órgão aplicou multa de R$ 70 mil a Teresa Murad Sarney, nora do senador, pois ela seria a responsável pela empresa São Luis Factoring, intermediária de operações financeiras da família.



Segundo o jornal, a empresária ainda pode recorrer da decisão. O Coaf verificou que a empresa realizava as transações sem informar que havia dinheiro da família Sarney, o que é proibido, e também escondia as próprias movimentações de recursos. Teresa é esposa de Fernando Sarney, considerado o principal responsável pelos negócios da família. A reportagem entrou em contato com o casal, que não respondeu às solicitações.

Abaixo, matéria da Folha de São Paulo:


Empresas da família Sarney são alvo de devassa da Receita

Numa devassa sem precedentes nas empresas da família Sarney, a Receita Federal indicou a prática de crimes contra a ordem tributária, como remessa ilegal de recursos para o exterior, falsificação de contratos de câmbio e lavagem de dinheiro, entre outras ilegalidades. A informação é dos repórteres Leonardo Souza e Hudson Corrêa, em matéria publicada na Folha.

São 17 ações fiscais em curso, que atingem 24 pessoas e empresas relacionadas direta e indiretamente aos Sarney, incluindo sete contribuintes do Rio de Janeiro e São Paulo.

O caso se estende até a Usimar Componentes Automotivos, empresa que deu nome ao escândalo da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia) no final da década de 1990 no Maranhão, no governo da então e atual governadora Roseana Sarney (PMDB).

O aperto da fiscalização sobre pessoas físicas e jurídicas da família Sarney somou-se a uma série de outros fatores que levaram o governo federal a demitir a secretária da Receita Lina Maria Vieira, segundo a Folha apurou.

A Folha tentou ouvir o advogado da família Sarney, mas ele não ligou de volta à reportagem.

Demissão
A secretária da Receita Federal, Lina Maria Vieira, foi demitida no último dia 15 após menos de um ano no cargo.

O argumento oficial foi a queda na arrecadação, mas acredita-se que um dos motivos tenha sido a disputa entre a Receita e a Petrobras, em relação a uma mudança contábil feita pela estatal no final de 2008 e que permitiu uma redução de R$ 4 bilhões no recolhimento de impostos. Essa questão foi um dos motivos usados pela oposição para a criação da CPI da Petrobras.

Durante sua administração, Lina também concentrou a fiscalização sobre grandes contribuintes, aplicando autuações bilionárias em bancos e empresas de diversos setores.

Os atingidos, incluindo o grupo de Sarney, pressionaram pela sua demissão.

Portal Terra

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Curtinhas da Rose


Eu sabia

Aos moradores do Vinhais Velho só tenho uma coisa a dizer: Lamento mas vocês perderam suas casas. Bateram de frente com "Rosinha a impiedosa" e quando isso acontece pode vir justiça, Polícia, Ministério Público...que não tem jeito ela passará com as maquinas dela por cima e com o dinheiro por cima de qualquer instituição.

Justiça

Para fazer justiça. O Espigão Costeiro é obra do saudoso Jackson Lago, assim como a Avenida Quarto Centenário, com o programa Patrulha do Bairro, como os hospitais do interior e outros tantos que a "futinha" tenta dizer que é dela. O que dá certo no governo atual é fruto do ex-governador.








De Roseana
"As pessoas boas merecem nosso amor , as pessoas ruins precisam dele" MADRE TERESA.
"As pessoas boas são facilmente ludibriadas, as ruins precisam ser aliadas". ROSEANA SARNEY.

Mentira
Rapa esse povo da Mirante é muito idiota mesmo, ao invés de divulgar o resultado da pesquisa eles divulgam é aquilo que os interessa. Blogoiolas anotem: Na ilha rebelde Macaxeira e nem Palhaço surgem no cenário.

Rotina

Mais uma vez, bairros sem água em São Luís. Dessa vez 38 regiões. Perguntinha que não quer calar, falta água no Palácio dos Leões ou ali pelas bandas do Calhau?



Vinhais Velho: Roseana Sarney viola acordo com a Justiça



Lideranças da comunidade tradicional Vila de Vinhais Velho – a mais antiga povoação da Ilha de São Luís do Maranhão – entregaram ao Ministério Público Federal (MPF) uma denuncia contra o Governo do Estado do Maranhão e à Construtora Marquise, em face da violação do acordo celebrado, em abril deste ano, perante o juiz da 8ª Vara da Justiça Federal.


                                             Vinhais Velho: Governo do Maranhão não tem palavra!

Pelo acordo celebrado, dividido em nove itens, as obras de construção da Avenida Via Expressa do governo do Estado estão suspensa até que seja feita o mapeamento e resgate arqueológico desde Vinhais Velho até o Conjunto Ipase.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Domingos Dutra (PT-MA) – que vem acompanhado o caso desde o ano passado e esteve com os moradores no MPF, “o que a governadora Roseana Sarney fez, mandando 200 policiais para intimidar os moradores do lugar, inclusive usando indevidamente a Força Nacional, é mais uma demonstração de que no Maranhão o governo só existe para prejudicar a população pobre”.

O deputado afirmou que vai continuar apoiando a luta de resistência dos moradores na defesa do seu território e pela preservação do patrimônio cultural, histórico, ambiental e arqueológico daquela comunidade secular.

“Como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, vou continuar em vigília para evitar violações maiores contra os remanescentes dos índios tupinambás e demais membros da comunidade”, declarou Dutra.

As lideranças de Vinhais Velho foram recebidas pelo Procurador-Geral substituto, Dr. José Milton. Os moradores também distribuíram na 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em São Luís, cerca de 8 mil jornais, denunciando as tentativas da governadora Roseana Sarney de destruir a localidade, que completará 400 anos dia 20 de outubro deste ano.



por johncutrim

terça-feira, 24 de julho de 2012

Sarney e Costa Neto indicaram chefes de esquema que sangrou R$ 1 bi da Norte-Sul



A FERROVIA DA CORRUPÇÃO

CLAUDIO DANTAS SEQUEIRA
Da IstoÉ

No início do mês, a Polícia Federal prendeu o ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o “Juquinha”, acusado de enriquecimento ilícito. Segundo os autos do inquérito da operação “Trem Pagador”, ele teria comandado um esquema que desviou mais de R$ 100 milhões de obras da Ferrovia Norte-Sul, a mais extensa via férrea do país. A revista IstoÉ revela agora que o rombo provocado pelo esquema de Juquinha, que comandou a estatal de ferrovias por oito anos, pode chegar à escandalosa cifra de R$ 1 bilhão, dinheiro que teria abastecido não só as contas pessoais do ex-presidente, familiares e ex-integrantes da cúpula da Valec, mas também o caixa de partidos como PR e PMDB.


A estimativa é da própria PF, com base numa série de investigações em andamento. Só na Delegacia de Crimes Financeiros da Polícia Federal em Goiás foram abertos sete diferentes inquéritos que abarcam os quase 4,5 mil quilômetros de extensão da ferrovia. Ao longo da Norte-Sul, que já consumiu R$ 8 bilhões, correm suspeitas de superfaturamento em materiais, como trilhos e dormentes, nas ações de terraplanagem, escavações e aterros.

A PF encontrou ainda indícios de conluio entre empreiteiras, direcionamento de licitações e subcontratação de empresas ligadas a políticos. As investigações, que tiveram origem em fiscalizações do TCU, da CGU e denúncias do Ministério Público, estão longe de terminar, e indicam que só no trecho entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), justamente o que ajudou a enriquecer Juquinha e sua família, foram desviados mais de R$ 400 milhões.


Laudos técnicos que compõem os inquéritos mostram que a estrada de ferro consumiu todo o orçamento previsto nos contratos com as construtoras Andrade Gutierrez, SPA Engenharia, Constram, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa. A Valec de Juquinha autorizou aditivos que atingiram o limite legal de 25% e mesmo assim a obra chegou ao fim infestada de problemas estruturais, como a falta de proteção vegetal de taludes e canais de drenagem superficial. O resultado é a erosão de áreas que estão provocando a desestabilização dos trilhos, inviabilizando o uso da ferrovia. Não foram construídos oito pátios intermodais que estavam previstos em contrato. Isso significa que, mesmo os trens sendo liberados para transitar na estrada de ferro, eles simplesmente não têm onde ser carregados e descarregados.

As construtoras reclamam que a obra ali consumiu mais que o previsto, por conta de desvios e da existência de aterros moles, que acabam consumindo mais horas de trabalho das máquinas e do orçamento. Daí, segundo a PF, chega-se a outro problema: não há medição confiável, os métodos utilizados são os mesmos de 40 anos atrás.

Essa falha foi explorada não só pelos empreiteiros, mas pela própria Valec, segundo a PF. O escamoteamento de custos, de acordo com os relatórios de investigação obtidos por IstoÉ, era processado em Brasília, no 20º andar do edifício-sede da estatal, e se estendia ao campo de trabalho. Laudos da Perícia Criminal indicam sobrepreço tanto no orçamento de referência da estatal como nas propostas das empreiteiras. A análise de centenas de planilhas de preços feita pelos peritos apontam uma variação entre 6,5% e 48% de sobrepreço nos orçamentos.

O TCU agiu em alguns casos, como nas obras de Aguiarnópolis (TO) e Anápolis-Uruaçu (GO). Em ambos, determinou-se a suspensão cautelar de 10% do valor dos contratos, muito pouco, considerando o volume de recursos utilizados. O tribunal instaurou tomadas de contas especiais em contratos como o da SPA Engenharia, que se recusou a seguir as determinações de repactuação do orçamento.

Um relatório interno da consultoria jurídica da Valec, obtido por ISTOÉ, mostra que só em dois contratos os fiscais encontraram sobrepreços de R$ 42 milhões e R$ 40 milhões, respectivamente. Desde o início da obra, a Valec tem comprado dormentes, fabricados pelas próprias empreiteiras, a valores 40% superiores ao de outros fornecedores.

Esses dados, além de abastecerem os inquéritos da PF, levaram o atual presidente da Valec, José Eduardo Castello Branco, a criar uma força-tarefa para melhorar a fiscalização das obras da Norte-Sul e passar um pente fino nas obras em andamento. Talvez por isso, desde que assumiu no lugar de Juquinha no ano passado, Castello Branco tem sofrido pressões de partidos e empresários para deixar o cargo.

‘Presidente’, ‘velhinho’ e ‘chefe’ – O perfil técnico do atual presidente da Valec causa desconforto para um grupo de políticos que se acostumou a gerenciar o orçamento bilionário da empresa. Escutas telefônicas feitas pela PF com autorização judicial mostram como se articularam os dirigentes da estatal às vésperas da faxina determinada pela presidenta Dilma Rousseff, diante das denúncias de pagamento de propina no Ministério do Transportes.

Em conversa gravada no dia 19 de outubro de 2011, Juquinha, ciente da iminente dança das cadeiras na Valec, telefona para seu advogado, Heli Dourado, e pergunta se ele conversou com o “presidente”, segundo a PF numa referência ao senador José Sarney.

Heli diz que “Sarney conversou com o ministro duas vezes e não tem mais o que falar com ele; que ele sabe que a pessoa é sua indicada”.

Na conversa, Heli diz ainda que foi até a casa de Sarney para tentar evitar a queda dos apadrinhados. Segundo a PF, o presidente do Senado foi atropelado pela decisão do Palácio do Planalto.

Além de “presidente”, Sarney é citado por Juquinha e outros integrantes do grupo pelas alcunhas de “velhinho” e “chefe”.

Para a PF, não há dúvidas de que o grupo usava constantemente o nome de Sarney. De acordo com um delegado ouvido por IstoÉ, as investigações demonstram que o presidente do Senado e o deputado Valdemar da Costa Neto (PR) dividiam os cargos na cúpula da Valec. A Ferrovia Norte-Sul, no entendimento dos investigadores, era uma espécie de “menina dos olhos” dos parlamentares.

Quem cuidava dos interesses de Sarney nos contratos da ferrovia, de acordo com a PF, era Luiz Carlos Oliveira Machado, o então diretor de engenharia da estatal.

Responsável por acompanhar diretamente todas as obras da Valec, Oliveira Machado é um dos principais alvos dos inquéritos. Pelas investigações iniciais, ele estaria ligado às empresas CMT Norte-SUL e Trilha Engenharia, que foram subcontratadas nos lotes 2 e 11 para fornecer maquinário.

Sarney informou, por meio de sua assessoria, que Oliveira Machado não é sua indicação e nem sequer lembra “se conhece essa pessoa”. Costa Neto, por sua vez, admitiu sua relação com Juquinha e a indicação para a presidência da Valec, mas disse que não tinha nenhuma “ascendência administrativa” sobre ele.

Boi Barrica – Não é a primeira vez que o nome de Sarney surge em escândalos envolvendo a Ferrovia Norte-Sul. Seu filho Fernando Sarney, foi investigado na operação “Boi Barrica”, por conta de contratos suspeitos da Valec com a empresa Dismaf para o fornecimento de trilhos.

A empresa, mesmo denunciada pelo Ministério Público por fraude no fornecimento de fardamento para o Exército, conseguiu entrar na Valec. Quem intermediou o negócio, segundo a PF, foi o senador Gim Argello (PTB) e o filho de Sarney.

Um dos sócios da Dismaf é Basile Pantazis, que até estourar o escândalo no ano passado era tesoureiro do PTB. Entre 2008 e o início de 2011, a Dismaf recebeu mais de R$ 410 milhões, segundo levantamento das ordens bancárias da Valec feito pela ONG Contas Abertas. A empresa quase conseguiu um segundo contrato de R$ 750 milhões, mas a licitação foi suspensa por determinação do TCU.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Denuncia de abandono e extinção da SEDES do governo Roseana Sarney




No Governo do Estado do Maranhão, nada se cria tudo se desmancha. A Governadora trata do Estado como se fosse um “brinquedinho”, daqueles que se monta e desmonta a seu bel prazer.

Não contente em acabar com a agricultura no Estado, extinguindo em suas gestões anteriores, a Emater, Cimec e outras do ramo, agora resolveu acabar de vez com a Assistência Social. Desconhecendo a Lei Federal que trata do comando único da Assistência Social, subtraiu a Assistência Social da SEDES – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e acoplou-a na SEDIHC – Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania.

Vice-governador Washington Luiz cumprimenta Fernando Fialho na ocasião em que assumiu secretaria
A SEDES inseriu em sua nomenclatura, a Agricultura Familiar e a SEDIHC, por sua vez, inseriu a Assistência Social que fazia parte da SEDES, cujos recursos federais destinados aos Programas Sociais, são repassados aos municípios (Fundo a Fundo) através do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Com esta divisão, Fernando Fialho ficou com a SEDES e a maioria de seus funcionários (alguns à contragosto), e a SEDICH presenteada à Sra. Luíza de Amorim Oliveira, que trouxe toda a sua trupe do Monte Castelo para o Edifício Clodomir Millet no retorno do Calhau. Bem que Luíza poderia ficar no Canadá. Não faria a menor falta.

Pasmem, os senhores, a SEDIHC ainda não disse a que veio. Não há menor conexão entre as duas políticas, a dos Direitos Humanos e a da Assistência Social.

Vale ressaltar, que a Governadora “arrancou” o Cadastro Único que é a porta de entrada de todos os Programas e Serviços da área da Assistência Social e o “levou” para a SEDES, onde a música mais tocada é “O samba do Crioulo Doido”. Uma parte de seus funcionários atende na Praia Grande (antigo NEPE), sem a menor estrutura física e a outra parte, na Rua Coronel Paiva no bairro do Turu, em uma casa alugada, que segundo as más línguas, é de propriedade do Sarney Filho.

Por outro lado, a SEDIHC, está prestes a sair do Centro Administrativo do Governo, onde fica a maioria das Secretarias de Estado e se mudar para o antigo CSU do Vinhais, um prédio esteticamente feio, desconfortável, e fora dos padrões dignos de uma Secretaria de Governo.

A Vigilância Sanitária precisa fazer uma visita na SEDIHC. As salas são extremamente sujas (quem está recolhendo o lixo dos cestos, por uma questão de gentileza, é o pessoal contratado pela Prefeitura do prédio, sem a menor obrigação). Tem de tudo: churume, banheiro sujo, frigobar com bactérias, baratas, poeira etc. O chão, quase não se enxerga a cor do piso. Às vezes, é varrido pelas próprias técnicas. Até Assistente Social já lavou banheiro.

Alguns dias trás, vimos na televisão, o Dr.Mário Macieira, Presidente da OAB/MA dando uma entrevista, quando dizia que ira solicitar à Vigilância Sanitária a interdição de um prédio de propriedade da Prefeitura Municipal, entretanto, este senhor, “esqueceu” da SEDIHC, visto que a sua esposa, a Sra. Luiza, é a dita Secretária.

Senhora Governadora, reveja seus conceitos. Afinal, este não seria o “melhor” Governo de sua vida?


por johncutri

terça-feira, 17 de julho de 2012

Iminente cassação de Roseana Sarney sacode o Palácio dos Leões




Tem sido motivo de muita preocupação o processo em que pede a cassação de Roseana Sarney ao cargo do Governo do Estado do Maranhão.

A cassação é quase certa. Nos meios polítcos não se comenta outra coisa. A cada notícia que a governadora tem recebido de Brasília tem balançado as estruturas do Palácio dos Leões.

Segundo o blog apurou, o presidente do Senado, José Sarney (PDMB-AP), teria consultado dois ministro TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que disseram que “a cassação de Roseana é certa. O processo dela já está insustentável”.

Essa é uma das razões da governadora do Maranhão ter indicado e exigido que o secretário Ricardo Murad (Saúde) fosse o 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa.

Caso Roseana Sarney seja cassada, o presidente reeleito da Assembleia do Maranhão, deputado Arnaldo Melo (PMDB), assume o Governo do Estado por trinta dias.

Assim que assumir o Executivo Estadual, Ricardo Murad vira presidente do Poder Legislativo e Arnaldo Melo faz uma nova eleição em que só os deputados estaduais concorrem ao cargo de governador.

Com Murad no trono da Assembleia e sua forte influência com boa parte dos parlamentares, ele se candidata ao cargo e toda base governista o elege governador do Maranhão.

Com Ricardo no comando do Governo do Estado todo tabuleiro da corrida sucessória em 2014 muda.

Esse projeto e articulação já vem sendo discutida entre os principais auxiliares de Roseana Sarney. A governadora tem andado bastante preocupada.

Portal Hoje