quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Mirante na Berlinda, decreto prevê ficha limpa para ser dono de emissora de TV. E agora Fernando Sarney?




O Governo Federal publicou no Diário Oficial da União na última terça-feira (17) decreto 7670/12  que entre as exigências para evitar o uso de “laranjas” nas licitações para concessões de rádio e TV, incluiu obrigação de que os donos das empresas de radiodifusão comprovassem não ter o nome “sujo” e estar com a ficha limpa de processos criminais e cíveis.

A medida obriga os futuros sócios a apresentarem balanços mais detalhados, parecer de dois auditores independentes sobre a capacidade técnica-financeira do projeto e a pagarem, à vista, o valor da outorga da futura emissora.

Ao mesmo tempo, o governo usou a nova norma para manter a interpretação segundo a qual deputados e senadores podem ser donos de televisões e rádios, inclusive aqueles que compõem a base aliada no Congresso.
Para participar de uma licitação de radiodifusão, os donos e diretores deverão mostrar certidão negativa de protesto dos cartórios nas cidades onde moraram ou exerceram atividades econômicas nos últimos cinco anos.
Antes, a obrigação se restringia aos dirigentes. Sócios e diretores também deverão apresentar certidões negativas cíveis, criminais e eleitorais dos tribunais nas mesmas cidades.

O decreto diz que, caso as ações não tenham terminado, deverá haver uma certidão de inteiro teor para comprovar esse fato, mas não fica claro se os donos das emissoras poderão participar enquanto não forem condenados. A assessoria do Ministério das Comunicações não esclareceu este ponto do decreto.
As medidas fazem parte de um conjunto anunciado pelo governo para evitar a ação de especuladores e laranjas nas disputas por concessões de rádio e televisão. No ano passado, o jornal Folha de São Paulo mostrou que “laranjas” eram usados como donos de rádios e TVs no Brasil.

Para o especialista em concessões de radiodifusão e professor da Universidade de Brasília (UnB), Venício Lima, o decreto do governo é uma reposta a esses fatos conhecidos de muito tempo, mas até então nunca provados.Venício elogia as medidas anunciadas, mas lembra que, sem fiscalização, elas não terão poder algum.

Além disso, reclama do fato de o governo se preocupar apenas com aspectos técnicos, ignorando o tema político por trás das concessões, a falta de democratização dos meios de comunicação e a permanência de parlamentares no comando das emissoras.

O próprio decreto reforça pensamento do governo sobre essa polêmica. A Constituição proíbe que deputados e senadores sejam donos de rádios e TVs, apesar de o Ministério das Comunicações entender que a restrição é apenas de que sejam “dirigentes” das empresas. Na mesma linha, o decreto do governo diz que só os dirigentes, e não os sócios devem comprovar não exercerem mandato parlamentar ou cargo que lhes dê foro privilegiado, como prefeitos, governadores, secretários, ministros e presidentes.

Para Venício, a nova norma repete interpretação equivocada. Para ele, a Constituição impede que políticos tenham concessões de rádio e TV para impedir distorções na corrida eleitoral entre os que têm e os que não têm acesso privilegiado aos meios de comunicação. “Não resolve a questão, não inova”, critica Venício.
Presidente do Congresso, líder do governo…

Políticos e familiares deles donos de emissoras não são novidade no Brasil. Apenas para citar dois exemplos, dois importantes aliados do governo Dilma Rousseff, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), são donos de grupos de comunicação.
Com a nova medida Fernando Sarney teria que abandonar a sociedade na Mirante e largar suas funções de dirigente já que foi indiciado pela Polícia Federal por formação de quadrilha, falsidade ideológica e tráfico de influência, entre outros crimes, na Operação Facktor (ex-Boi Barrica).

Porém o decreto deixou falhas que podem gerar interpretações  contrárias.

(Com informações Eduardo Militão- Congresso em Foco)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Com Sarney e Roseana como exemplos, ação no STF cobra cassação de concessões de rádio e TV de políticos






Coletivo Intervozes e PSOL tentam cumprimento de artigo da Constituição que veta a posse de concessões públicas por parlamentares

 
O ministro do STF Gilmar Mendes é um dos que julgarão ação que pode tirar poder político dos meios de comunicação (Foto: STF/Arquivo)

São Paulo – Está nas mãos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) definir se as concessões de emissoras de rádio e televisão nas mãos de deputados e senadores devem ou não ser cassadas. Ação apresentada em dezembro pelo PSOL com base em estudos e argumentos elencados pelo Coletivo Intervozes, que luta pela democratização da comunicação, cobra o cumprimento do artigo 54 da Constituição.

O texto constitucional veta a parlamentares “firmar ou manter contrato” como sócios de concessionárias de serviço público, o que é o caso dessas concessões. No Brasil, as frequências pelas quais são veiculadas as emissões de rádio e de TV são de posse do poder público, que as concede mediante o cumprimento de determinadas regras.


A medida prevista pela Constituição de 1988, porém, é historicamente descumprida, havendo casos notórios de parlamentares que são donos de concessões, como o de José Sarney, presidente do Senado (PMDB-AP) e sua filha Roseana Sarney Governadora do Maranhão, que, embora não constem oficialmente como proprietários, tem os filhos e os irmãos nesta condição. Levantamento feito pelos autores da ação detectou 41 deputados e 7 senadores como sócios ou associados de canais rádio e TV.

A organização Transparência Brasil encontrou número ainda maior ao levar em conta casos de parentes registrados pelo Ministério das Comunicações: 52 deputados e 18 senadores, ou seja, respectivamente 10% e 22% da composição total das casas legislativas, uma situação reconhecida pelo atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, como ilegal.

“Isso cria um interesse político direto na concessão, que representa um poder muito grande na democracia brasileira”, diz João Brant, da coordenação executiva do Intervozes. Embora a outorga de concessões seja atribuição do Poder Executivo, suas renovações são feitas pelo Legislativo, ou seja, cria-se a possibilidade de que um político defina sobre sua própria empresa valendo-se de um cargo público e eletivo.

O próprio processo de concessão foi utilizado muitas vezes como moeda de troca nas relações entre governo federal e base aliada no Congresso. “Se a mídia exerce um poder, ela não pode ter relação com os outros três (Executivo, Legislativo e Judiciário) sob pena de perpetuar determinadas posições políticas. Essa questão inclusive se relaciona às eleições livres. Há candidatos com condições de autopromoção em determinadas emissoras.”

Além disso, a ação alerta que a barreira política imposta por um deputado ou senador no conteúdo divulgado pela empresa de comunicação limita a liberdade de expressão da população. “Ainda que a recepção das informações pelos espectadores possa passar por mediações distintas, é indiscutível que quem controla um canal de radiodifusão (o polo ativo da comunicação) exerce forte e nítido poder de influenciar a opinião pública”, diz a arguição de descumprimento de preceito fundamental, que tem como relator o ministro Gilmar Mendes.

O texto pede, em caráter liminar, que o governo federal seja impedido de outorgar ou renovar novas concessões dadas a parlamentares. Se deferida na íntegra, a decisão impede também que políticos com sociedade em concessões tomem posse nos cargos.

O Congresso descumpre atualmente outro artigo constitucional que não precisa de regulação para ser colocado em prática. O Conselho de Comunicação Social deveria estar constituído e funcionando, mas tem um histórico de operação esporádica e de pouco efeito. O órgão serviria para debater as questões relevantes do setor e propor medidas que poderiam, quando fosse o caso, ser transformadas em projeto de lei. Em novembro de 2010, sob pressão, o presidente do Senado, José Sarney, chegou a se comprometer com a reativação do colegiado, mas não levou a promessa adiante.

Além disso, caso permaneça a atual situação, há risco de que o debate sobre regulação da comunicação seja mais um permeado pela atuação parlamentar em interesse próprio, a exemplo das mudanças no Código Florestal. Grupos que debatem a democratização do setor querem a discussão de regras para garantir o cumprimento de outros artigos previstos pela Constituição, como o veto a oligopólios e o estímulo à produção regional. Os regimentos internos da Câmara e do Senado sugerem que o político com envolvimento direto em um tema se declare impedido de votar em matérias a respeito, mas o dispositivo não é comumente evocado pelos parlamentares.


Por: João Peres, Rede Brasil Atual

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Servidores farão manifestação: “Gov. Roseana, devolva o hosp. Carlos Macieira!”




“O Hospital Carlos Macieira é Nosso”. É essa a bandeira que os funcionários públicos do Estado vão levantar na grande manifestação, que será realizada nesta quinta-feira, 19, quando várias categorias vão às ruas do Centro de São Luís, denunciar medidas do governo, que afetam o atendimento à saúde dos servidores do Estado.

O ato público faz parte da campanha em defesa do Hospital Carlos Macieira, assinada por entidades nacionais de apoio aos trabalhadores, além de sindicatos e associações, que representam vários segmentos do funcionalismo público estadual, como saúde, educação, segurança pública, transporte, entre outros.

As entidades que coordenam a campanha convidam todos os servidores para participação no ato público, cuja concentração será na Praça Deodoro, a partir das 8h. Na manifestação, serão distribuídos panfletos à população denunciando a medida do governo em suspender o atendimento do hospital ao servidor público, sem dar nenhuma explicação aos seus legítimos usuários.

Os sindicatos e associações questionam que o hospital Carlos Macieira, também conhecido, historicamente, como Hospital do Servidor ou do IPEM, foi construído com recursos dos funcionários, descontados, mensalmente, em contracheques, para formar o Fundo de Benefícios dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão (Funbem), para assegurar atendimento especial, equivalente a um plano de saúde.

Por isso, as entidades não concordam com a mudança de atendimento exclusivo do servidor para o atendimento universal do Sistema Único de Saúde (SUS) e com a transferência do atendimento ao servidor para um estabelecimento terceirizado pelo Estado, o Hospital São Luís, localizado na Cidade Operária, município de São José de Ribamar, que não oferece as mesmas condições já conquistadas pela categoria no Carlos Macieira.

As entidades denunciam que o Hospital São Luís foi inaugurado no dia 30 de novembro, mas com serviços parciais e somente a promessa de “em breve” prestar o atendimento pleno, uma realidade bem diferente do que mostra a propaganda oficial do governo. Nas últimas semanas, os funcionários tiveram que recorrer à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima da área ou ao Socorrão, depois de receber como resposta que o hospital estadual “ainda não está em funcionamento”.



A localização do hospital também é questionada pelos servidores. A unidade é localizada em área muito mal servida de transporte público e que enfrenta dificuldade de acesso. Segundo os dirigentes sindicais é muito mais fácil para o servidor sair de qualquer bairro de São Luís ou dos municípios da Região Metropolitana e ir até o Hospital Carlos Macieira do que deslocar-se para a estrada da Mata, em São José de Ribamar, mesmo para quem mora em comunidades vizinhas.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinproesemma), por exemplo, já recebeu diversas denúncias de professores e servidores da educação que tiveram dificuldades de atendimento no hospital, assim como problemas no acesso à unidade, com relação à falta de transporte e à insegurança.

Além disso, as entidades denunciam que o processo de terceirização do Hospital São Luís foi mal explicado e nada foi revelado aos servidores, pelo governo, acerca do credenciamento da unidade particular, que pertenceria ao grupo Multiclínicas.

A campanha vai percorrer as principais secretarias de Estado e escolas públicas da rede estadual, mostrando que a entrega do Hospital Carlos Macieira à Secretaria de Estado da Saúde (SES), fruto de decisão do Conselho Superior do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Consup), órgão criado pelo governo e que tem a participação de apenas um representante dos trabalhadores, é uma medida arbitrária, unilateral do governo e que prejudica o servidor público, o contrário do que diz a propaganda que está sendo difundida acerca do Carlos Macieira e do novo Hospital do Servidor.

Assinam a campanha, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA), Federação dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão (FESEP), Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (SINPOL), Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus-MA), Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Estado do Maranhão (SINDSPEM), Associação dos Agentes e Inspetores Penitenciários do Estado do Maranhão (AAGIPEM), Associação dos Militares do Corpo de Bombeiros do Maranhão (ASMB), Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar de Imperatriz e Açailândia (ARCSPMIA), Associação dos Policiais Militares de Timon (ASPOM), Associação dos Servidores Públicos Militares do Maranhão (ASSEPMMA), Sindicato dos Servidores de Estado da Saúde do Maranhão (SINDSESMA), Sindicato dos Motoristas Oficiais do Estado do Maranhão (SIMOEMA), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Sindicato dos Cirurgiões Dentistas do Maranhão (SINCIDEMA).

 (Com informações do site do Sinproesemma e John Cutrim)

Sobrinho detona o tio, Sarney, e coloca parte da ilha Curupu a venda.


O velho Sarney não levou a sério o sobrinho, que colocou parte da ilha de Curupu a venda e ainda criticou as represálias do presidente do Senado para que não consiga vender o terreno. Jornal O Estado do Maranhão censurou anuncio do imóvel.

Sobrinho quer R$ 20 mi por parte de ilha da Família Sarney




Um sobrinho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiu colocar à venda, por R$ 20,2 milhões, parte da ilha de Curupu, uma paradisíaca propriedade do clã maranhense, com acesso pelos municípios de São José de Ribamar e Raposa, este a 20 quilômetros do centro de São Luís, a capital do Estado.

O radialista Gustavo da Rocha Macieira, sobrinho do casal José Sarney e Marly Macieira Sarney, quer vender 12,5% da ilha, que, segundo ele, possui um total de 16 milhões de metros quadrados.

O Estado foi informado do caso na última quarta-feira por uma pessoa próxima a Macieira, que ontem confirmou que nos próximos dias pretende publicar anúncios nos veículos de maior circulação do País. O local é um dos símbolos do poderio econômico da família Sarney. Trata-se, na verdade, de um complexo formado por três ilhas – sendo Curupu a maior –, que abriga mansões dos filhos do presidente do Senado e conta em sua área com manguezais e até um conjunto de dunas que fariam parte dos famosos lençóis maranhenses.....


“Tem gado que nunca viu gente, selvagens, criação de carneiros de raça, excelente para pesca. A praia virgem tem uma extensão de oito quilômetros. É um espetáculo”, afirma o radialista, que justifica a iniciativa de venda também pelo fato de se manter distante da família.

“Eu preciso me capitalizar e não tenho nenhum vínculo lá com o Maranhão, nenhum negócio com a família. Então não tenho interesse em manter uma propriedade dessas.”

O radialista, que trabalha na Espanha e em Portugal, diz que comprou sua parte do pai, Cláudio Macieira, já falecido. A ilha pertencia ao pai de dona Marly, Carlos de Pádua Macieira e seus irmãos, todos médicos.

O casal Sarney doou 75% da propriedade aos três filhos – Roseana, Fernando e Sarney Filho. Os outros 12,5% pertencem ao espólio de Roberto de Pádua Macieira, outro irmão da dona Marly, que é a inventariante.

Independência. Macieira disse que há dois meses procurou, “por delicadeza” o tio em Brasília para informá-lo da decisão de colocar à venda parte do imóvel. “Ele me disse que (os filhos) Roseana ou Fernando entrariam em contato comigo. Aguardei por mais de um mês, mas não tive retorno. Aí fiz a comunicação como manda a lei através do cartório, dando a preferência de compra a cada um dos herdeiros e ao espólio do Roberto, irmão do meu pai, falecido recentemente. Esperei os 30 dias como manda a lei. Eles não se manifestaram”, afirmou. “Agora eu estou livre para vender para quem eu quiser.”

Ele enxerga na atitude uma certa soberba dos políticos do Maranhão. “Como as pessoas costumam fazer muitos pedidos a eles, acho que jogaram com a possibilidade de eu usar esse recurso. Só que eu como meu pai, sou totalmente independente. Não tenho nenhuma ligação com cargo público, nem pretendo ter, não sou empreiteiro”, destacou.

“Acredito que eles não se manifestaram, (porque) é aquela coisa: venha a nós... Acho que acharam que eu não levaria à cabo. Ou venderia por um preço que eles resolvessem impor.”

Macieira afirma também que está ciente de que sua iniciativa poderá gerar represálias. Ele relata que contratou um corretor em São Luís e ele teve dificuldades em anunciar no jornal O Estado do Maranhão, que pertence ao grupo de comunicação da família Sarney.

O anúncio, conforme o radialista, foi publicado, mas as imagens das casas e imóveis da ilha foram vetadas. “Isso é censura”, protestou. “É uma forma de represália.”

‘Fora da realidade’. Para o sobrinho de Sarney, o “acesso a muito poder”, gera “esse padrão de comportamento”. “A pessoa fica fora da realidade, ela acha que tem poder sobre determinadas situações, e onde ela não tem. Ela é um cidadão como eu, como o senhor, como o seu João da Silva da esquina, no que se refere a direitos e deveres.”

Segundo o radialista, a parte que lhe pertence na propriedade representa “fração ideal” da propriedade, o que significa que inclui porcentuais também dos imóveis.

Macieira acredita que o terreno deverá atrair empresários interessados em investir em resorts ou condomínios na região da baía de São Marcos. Ele não informou se já há interessados.

Procurado ontem pelo Estado, o presidente do Senado disse, por meio de sua assessoria, que não iria comentar o assunto. Sarney confirmou que Gustavo Macieira é seu sobrinho Estadão

O Estado de São Paulo

Até eles denunciam...Seduc perde prazo e Maranhão fica sem Pro-jovem…

 Um luz surgiu no fim do tunel e agora os próprios jornalistas da Mirante, começam á perceber a desgraça e a imoralidade que caracterizam o mandato de Roseana Sarney . Por preguiça, falta de planejamento e comprometimento  da Secretaria de Educação do Estado o Maranhão perdeu os recursos do Pro Jovem Urbano, porque deixou expirar o prazo para preencher um simples cadastro. Com isso milhares de jovens do Estado que se beneficiavam do programa voltarão a ócio, sem perspéctivas e ficarão novamente a mercê da criminalidade.



Seduc perde prazo e Maranhão fica sem Pro-jovem
 por Marco D'Eça

O Maranhão deve ficar sem o Programa Jovem Urbano, o Pro-jovem, do Governo Federal.

A Secretaria de Educação perdeu o prazo para cadastramento, que terminou quarta-feira passada, deixando milhares de beneficiários sem perspectiva de receber os recursos do programa.

Até o ano passado, o Projovem era gerido no Maranhão pela Secretaria de Juventude, mas o governo decidiu repassá-lo à Secretaria de Educação.

Pelas regras do programa, cada jovem inscrito, ganha uma bolsa de R$ 100,00, a garantia de matrícula para conclusão do Ensino Médio ou realização de Curso Profissionalizante - e, se tiver filhos, garantia de creche com alimentação para a criança.

Com a perda do prazo, o Maranhão perde alguns milhões de reais do programa…

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Com folga, Sarney vence 'Troféu Algemas de Ouro'

Sarney vence 'Troféu Algemas de Ouro'

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), venceu com folga o “Troféu Algemas de Ouro”, idealizado pelo grupo anticorrupção Movimento 31 de Julho, do Rio de Janeiro. Sarney – apontado como mentor dos atos secretos do Senado, que quase o derrubaram da presidência da Casa em 2009 – obteve 4.143 votos (59,5 % do total) na enquete, que foi respondida pelo Facebook até ontem (15).

José Dirceu (PT) – tido como chefão do esquema do chamado “mensalão” petista – ficou em segundo lugar, mas nem chegou perto do oligarca maranhense: conquistou 1.315 votos (18,8% do total). O terceiro posto foi conquistado pela deputada distrital Jaqueline Roriz (PMN) – flagrada num vídeo recebendo R$ 50 mil da corrupção na campanha eleitoral de 2006 no Distrito Federal.



As “premiações” dos três políticos mais votados (algemas de ouro, prata e bronze) acontecerão no baile pré-carnavalesco do “Pega Ladrão”, marcado para a próxima quinta-feira (19), no Clube dos Democráticos, no bairro da Lapa, reduto da boemia carioca.

A organização do baile é do Movimento 31 de Julho e de outros grupos anticorrupção que, desde o ano passado, vêm promovendo manifestações por todo o Brasil.

Para eleger quem seria o político mais impune do Brasil, a enquete no Facebook sugeriu nove nomes. Além dos seis ministros do governo Dilma Rousseff demitidos após denúncias de irregularidades (Alfredo Nascimento, Antonio Palocci, Wagner Rossi, Orlando Silva, Carlos Lupi e Pedro Novais), completaram a lista José Sarney, José Dirceu e Jaqueline Roriz.

Os critérios para a escolha dos candidatos foram definidos pelos organizadores do concurso e estão explicados no blog do movimento (movimento31dejulho.blogspot.com). A votação termina hoje. Por enquanto, quem lidera a competição é Sarney, seguido por Dirceu e Jaqueline. Até sexta-feira, mais de 6 mil pessoas haviam votado. O baile de premiação será no Clube dos Democráticos, no bairro da Lapa, reduto da boemia carioca.

Jornal Pequeno (Oswaldo Viviane)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Curtinhas da Rose



Ta tudo liberado

Rapaz se preparem lá vem roubalheira no governo. Roseana Sarney e Ricardo Murad decretaram estado de emergência no abastecimento de água do Maranhão, a partir de agora o governo esta liberado para fazer qualquer tipo de obra sem licitação isso 6 meses antes das eleições municipais. Coincidência não?


Campanha contra a Dengue

O Governo do Estado através do todo poderoso boca-suja Ricardo Murad traçam um plano para combater a Dengue. Eles deveriam começar os trabalhos lá pelo Palácio dos Leões porque pela moleza desse governo deve ta todo mundo infectado.

Bolsa imprensa da Bia

Rapaz o bolso dessa Bia Venâncio é grande mesmo, bastou a prefeita mais corrupta do Maranhão discípula de Roseana Sarney anunciar uma obra que todos os blogueiros da folha da Prefeitura de Paço do Lumiar se danaram a publicar matéria. O final de semana será gordo dessa galera com direito a show no Kitaro e final de semana em Barreirinhas.

Tadeu fraco muito fraco...

Ontem foi o lançamento da candidatura do ex-prefeito Tadeu Palácio pelo PP, uma decepção total, evento vazio, com poucas pessoas, sem personalidade políticas e que mingou a expectativa do ex-pedetista , ex-pmdbista e agora PP. Sacaram o problema? Tadeu era do PDT e tinha força no partido e aí resolveu romper com o Dr.Jackson e foi justamente para o PMDB com a promessa de apoio a prefeitura de São Luís 4 anos depois, é como se um jogador trocasse o Flamengo pelo Vasco e vice e versa, pra sempre será lembrado como um traidor, duas caras, pelos torcedores do dois lados. Tolo como a maioria dos políticos, quando a ganância fala mais alto que a razão, não percebeu, mais caiu na teia de aranha do grupo Sarney que era de esvaziar o PDT e o grupo de Jackson. Alguns anos se passaram e a promessa de apoio a prefeitura não foi cumprida, ficou isolado viu o PP com uma saída porém entra no partido com a desconfiança de todos. Tadeu deu um tiro no pé, egocêntrico a soberba o dominou, esqueceu que política é conjunto e que sozinho um grande líder se torna um simples militantes sem causa.


As controvérsias do nosso sistema político unem joio e trigo num mesmo saco

É interessante e relacionado ao momento discutirmos em bom português sobre a ética, questão que não deveria passar despercebida entre o político, a política e o sistema político.
Segundo os moldes ainda consagrados em nosso sistema político, homens com fichas e livros de registros de processos na justiça são os maiores exemplares de ocupação nos cargos públicos; Collor de Melo, Renan Calheiros, José Sarney, Jader Barbalho, são os espelhos dessa definida situação no senado da república.

Raul Rodrigues (Professor, Empresário e Editor Chefe do Jornal Correio do Povo de AL)



Sarney e Renan cedem espaço na TV a Marllos Sampaio & Cia

No programa do PMDB do próximo dia 19, o partido vai aproveitar para apresentar seus principais pré-candidatos às prefeituras municipais.
Os caciques do partido, Renan Calheiros e José Sarney não vão aparecer no programa. Cederam espaço aos pré-candidatos, como o deputado federal Marllos Sampaio, em Teresina.
Serão 10 minutos no horário nobre, que ainda terá o governador do Rio, Sérgio Cabral e o vice-presidente Michel Temer, falando sobre segurança pública.

Aquiles Nairó (180 Graus)