sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Governista terão que explicar propina recebida do Babaçu.


Oposição exige esclarecimento sobre denúncia de propina

Que moral terá a Assembleia Legislativa do Maranhão para investigar o que quer que seja se não apresentar uma resposta convincente e imediata à sociedade sobre o recebimento de propina para a aprovação de matérias de interesses dos empresários da construção civil? Nenhuma.

A premissa foi levantada pela oposição diante de uma movimentação nos bastidores para varrer a denúncia para debaixo do tapete. Isto porque, com tanto deputado em plenário respondendo a processo na Justiça Federal por fraude, roubo ou enriquecimento ilícito, seria temerário punir o acusado.

 “De zero a dez, aposto onze que o deputado pegou o dinheiro, mas quem neste plenário pode apontar o dedo para alguém?”, questionou um deputado da base do governo, acrescentando: “o deputado vendeu, entregou, ficou com o dinheiro e vai ficar por isso mesmo”, adiantou a fonte ao blog.

Toda a desconfiança recai sobre o líder da bancada governista Stênio Resende (PMDB), autor do projeto e principal interessado em acelerar a votação que permitiu a derrubada de babaçuais em zonas urbanas, mas ele já mandou avisar que qualquer tentativa de cassar-lhe o mandato detonará a Assembleia. Traduzindo para a linguagem popular, significa dizer que jogará merda no ventilador.

A Mesa Diretora da Casa, como forma de dar uma resposta imediata à denúncia de que teriam vendido a aprovação do projeto por R$ 1,5 milhão, encaminhou à Corregedoria Parlamentar a responsabilidade pela investigação, mas como ela possui poderes limitados, a oposição considera mais recomendado uma Comissão Parlamentar de Inquérito, pois poderia convocar os empresários para depor.

Corregedor Parlamentar, deputado Jota Pinto promete uma apuração transparente e isenta, mas quem conhece os labirintos do Poder Legislativo do Maranhão sabe perfeitamente da existência de um forte corporativismo para proteger parlamentares enrolados em denúncia de corrupção. Basta olha para o plenário que lá estarão sentados tranquilamente Magno Bacelar (PV), Rigo Teles (PMDB), Stênio Resende (PMDB), Edson Araujo (PSL), entre outros que respondem por crime de corrupção, enriquecimento ilícito e formação de quadrilha .

Jorge Vieira

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Campanha pede a retirada do nome de Sarney de viaduto em Ribeirão Preto-SP

De acordo com autor da campanha Sarney "não representa de forma digna tal homenagem"





Uma campanha para que Ribeirão Preto homenageie Sócrates, falecido no domingo (4), foi iniciada na manhã desta segunda-feira (5) na rede social Facebook.

A campanha propõe, como alternativa de homenagem, que sejam alterados os nomes do estádio Santa Cruz e do viaduto Presidente José Sarney, que cruza a avenida Francisco Junqueira.

Os argumentos do autor da campanha são de que o estádio merece a alteração por ter sido palco de “um dos maiores ídolos do clube” e a mudança do nome do viaduto se justifica porque homenageia um político "que não representa de forma digna tal homenagem".

Já a tentativa de alterar o nome do viaduto José Sarney é antiga. Em 2009 um projeto de lei do vereador Walter Gomes (PR.

Fonte: Ribeirão Preto Online

Resquícios da greve: Onze assassinatos em São Luís


Durante a última semana de greve dos policiais militares e bombeiros, o Instituto Médico Legal (IML) registrou a entrada de onze corpos, vítimas de assassinatos na região metropolitana de São Luís. Desse total, sete crimes ocorreram com o uso de arma de fogo, dois com arma branca e dois por espancamento.

O primeiro caso aconteceu na madrugada de segunda-feira (28). Fábio Nonato dos Santos Pacheco, de 26 anos, foi morto a tiros. Ele ainda foi internado no Hospital Municipal Dr. Clementino Moura (Socorrão 2), mas não resistiu aos ferimentos. Fábio era morador da Rua Epitácio Cafeteira, n° 9, Vila Brasil.

Também vítima de ferimentos provocados por arma de fogo, chegou ao IML na manhã de segunda-feira, o corpo de Antônio Nunes Martins, de 30 anos. Ele foi baleado quando se dirigia para comprar carvão e ainda chegou a ser levado para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), mas não resistiu aos ferimentos. Antônio era morador da Rua 8, n° 15, Vila Embratel.

Na manhã da terça-feira (29), o adolescente Igor Felipe Ferreira Cantanhede, de 17 anos, foi morto com um tiro, durante uma tentativa de assalto a uma loja de produtos de informática na Jordoa. O fato ocorreu por volta de 8h, na Rua 5 de Janeiro, na loja Show Tecnológico, recém-inaugurada.

Orel Adler Filho, de 39 anos, estava internado no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 1), depois de ter sido espancado. Ele era morador da Rua São Sebastião, n° 26, Anjo da Guarda, e seu corpo chegou ao IML às 23h45 deste mesmo dia.

No mesmo horário, deu entrada no IML o corpo de Johnny Ericson Sá Mendes, de 26 anos. Ele foi morto a tiros, durante uma tentativa de assalto, em São José de Ribamar. Ericson era morador da avenida principal, n° 150, Timbuba – São José de Ribamar.

Railson Diniz Nunes, de 18 anos, foi morto com um tiro no peito, no início da manhã da quarta-feira (30), após descer de um ônibus no ponto final do Conjunto do Parque Timbira. Segundo informações de populares, a vítima teria sido alvejada por um homem identificado apenas como “Radar”, após uma discussão dentro do coletivo. Mesmo baleado, o jovem ainda conseguiu andar por alguns metros, mas caiu morto na Rua Nova, no bairro do Bom Jesus.

Já no final da manhã de quarta-feira, o corpo de Edcarlos Diniz Costa, de 27 anos, foi encontrado carbonizado, em um lixão no Bairro do Juçatuba, em São José de Ribamar. De acordo com a família, a vítima era pedreiro e estava desaparecida desde o domingo (27), quando havia saído na companhia de um conhecido seu, identificado apenas como “Dedê”, em direção a uma granja na Estrada de Ribamar. Edcarlos era morador da Avenida J. Câmara, n° 129, Vila São José (São José de Ribamar).

Às 23h de quarta-feira, foi registrada no IML a morte de Carlos André Cutrim Costa, de 27 anos. Ele foi assassinado a tiros na Rua São Félix, na Vila Embratel.

Duas mortes relacionadas

Na madrugada e manhã da sexta-feira (2), dois homicídios foram registrados na Vila Conceição/Alto do Calhau. O primeiro deles aconteceu por volta das 4h. Jorge Arão Raposo Seba, de 29 anos, neto do ex-prefeito de Santa Inês e ex-deputado José Franklin Seba, conhecido como “Frank Seba”, foi morto com dois golpes de faca, um no peito e outro nas costas. Ele era morador da Avenida Beta, quadra 7, n° 18 – Parque Atenas.

Duas horas depois, Bento de Jesus Cerqueira, de 36 anos, foi assassinado dentro de um chiqueiro, em uma invasão conhecida como “Brejo”, também na área da Vila Conceição. Ele, que é acusado de ter matado Jorge Arão, morreu após ser golpeado na cabeça, com uma barra de ferro. Bento não possuía residência fixa e sua família é moradora do Bairro do Sol e Mar.

Ainda na madrugada da sexta-feira, deu entrada no IML, às 3h, o corpo de Edmilson Correa de Souza, de 39 anos. Ele foi morto com o uso de arma branca, na Vila Santa Terezinha (Cidade Operária), localidade na qual residia na Rua São Gonçalo, n° 23.

Por Gabriela Saraiva (JP)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A greve continua


Muito se questionou entre os blogs de maior expressão do Estado se a greve dos policiais militares era justa e se todo o movimento da categoria que acampou enfrente a Assembléia Legislativa do Maranhão eram cabíveis. Por um momento, devido à forte pressão do Sistema Mirante, houve um certo fraquejo dos próprios militantes da oposição, que duvidavam se aquela atitude era certa ou correta.

O fim da greve veio mostrar o quanto os militares estavam certos em agir de forma insubordinada e digamos espalhafatosa. O porquê é simples, vejam o caso dos agentes de Polícia Civil, também estão em greve, preferiram respeitar o governo e o que ocorreu? Simplesmente foram esquecidos, nenhum veículo da imprensa toca no assunto, não há pressão, não há manifestação e a greve fica minguada sem participação popular e com isso Roseana Sarney fecha os olhos para a categoria e deixa que eles fiquem parados até se cansarem. Enquanto isso a população sofre pela dificuldade de conseguir registrar boletins de ocorrências e as investigações policiais ficam paradas.

Por isso digo que apoiei e tenho que aplaudir a atitude dos militares, não porque gostaria de ver o caos, mas sim pela coragem de perceberem que se não chamassem a atenção da população para o problema o Governo jamais negociaria. Lutou, gritou e venceu na marra.

Hoje a mídia alinhada com o Governo e os deputados apenas falam dos R$ 73 milhões que o prefeito recebeu de um convênio com o ex-governador Jackson Lago. Ceder a pressões políticas de adversários não combina com um político experiente como João Castelo que conhece as artimanhas do grupo Sarney, o dinheiro esta bem guardado e será investido em obras, mas o prefeito não tem o porquê de ficar se explicando a deputado que faz o jogo do grupo Sarney. Além do mais, o convênio é para construção de um viaduto e prolongação de avenidas em São Luís, ou seja, para o bem da cidade. Mas não, Roseana não, ela quer o dinheiro para ela.

Enquanto a Mirante tenta desviar o foco, os policiais civis continuam em greve, esquecidos e desamparados porque resolveram ser “bonzinhos”, pois mando um recado, sem manifestação e ações que chamam a atenção da população nada vai mudar porque este governo só funciona quando a reinvidicação ultrapassa os limites do bom senso.

A diarréia do beija-flor




Hoje é dia de...Joaquim Itapary

Stanislaw Ponte Preta eternizou nos anais do humor os disparates lógicos e o “nonsense” dos denominados sambas de enredo compostos para agremiações carnavalescas. As letras da maioria desses sambas não passam de verdadeiros bestialógicos de presumidos poetas que, num palavrório incoerente, a título de produzirem obra de sincretismo cultural, misturam alhos com bugalhos e terminam compondo uma meleca de asneiras e tolices capaz de fazer rir até o mais sisudo frade de pedra. Ele mesmo – Stanislaw – compôs letra antológica conhecida do Brasil inteiro com o título de “Samba do Crioulo Doido”. É uma tremenda e irretocável gozação com a falsa erudição dos compositores, ainda em voga nas escolas de samba. Em suas “letras”, esses bestalhões, a título de festejar fatos da evolução da humanidade, de modo incongruente misturam figuras da mitologia, da história, das religiões, das artes, das ciências e da literatura que jamais tiveram a menor ligação entre si e muitas vezes até se repelem, contradizem e opõem. Criam, assim, versões absurdas da História aplaudida por ululante horda de bobalhões e um número maior ainda de imbecis, de toda classe social.

A propósito, recebi, via internet, a letra do samba de enredo da Beija-Flor de Nilópolis, do Rio de Janeiro, patrocinada pelo contraventor Aniz Abraão Daví, que teria sido contratada para “homenagear” a São Luís pelo transcurso dos seus 400 anos, mediante pagamento de 10 milhões. Parece brincadeira, mas estou literalmente aturdido com tanta burrice. Jamais li coisa igual, desde que a Dona Cota Teixeira me alfabetizou. Na minha ignorância em matéria de ornitologia, nunca imaginei que beija-flor, avezinha tão minúscula e mimosa, produzisse tantas fezes. Meu Deus, quem aprovou essa letra decerto perdeu o olfato e o senso de responsabilidade pública. É de estarrecer o primarismo da linguagem utilizada em homenagem à cidade-Atenas Brasileira. Francamente, um grosseiro e inadmissível insulto às nossas tradições. Qualquer garoto do bairro da Madre Deus fará coisa melhor; e de graça.

Transcrevo, para horror do leitor culto, o amontoado de umas 150 palavras das quais 12 beócios se servem para compor 26 versos denunciadores de ensandecimento coletivo, ou, quem sabe, de inatos dotes de asnice potencializada por alucinógenos reprimidos pela polícia antidrogas. Pior é que, segundo circula na internet, esse bostífero samba de enredo custará os olhos da cara dos pobres maranhenses: Cada um dos 26 versos de pé-quebrado valerá R$ 384.615,39; isto é, se não erro na aritmética, cerca de R$ 67.000,00 por palavra! Tapem o nariz, pois aí vai o milionário cocô do beija-flor:

“Tem magia em cada palmeira que brota em seu chão// 
O homem nativo da terra / Resiste em bravura / A dor da invasão.// 
Do mar vem três coroas / Irmão seu olhar mareja / No balanço da maré / A maldade não tem fé sangrando [singrando?] os mares/ Mensageiro da dor.
// Liberdade roubou dos meus lugares / Rompendo grilhões, em busca da paz / A dor dos meus ancestrais.// Na casa nagô a luz de Xangô Axé [axé?] / Mina jêje [mina-jeje?] um ritual de fé / Chegou de Daomé, chegou de Abeokutá / Toda magia do vodun [vodum ou vodu?] e do orixá./ Ê rainha o bumba-meu-boi vem de lá / Eu quero ver o cazumbá, sem a serpente acordar.// Hoje minha lágrima transborda todo mar / Fonte que a saudade não secou// Ó Ana assombração na carruagem.// Os casarões são a imagem/ Da história que o tempo guardou.// No rádio o regae [ou reggae?] do bom// Marrom é o tom da canção// Na terra da encantaria [cantaria?] a arte do gênio João.” Para exemplo aos excelentes poetas maranhenses eternamente de cuia na mão a pedinchar trocados para a edição de seus livros, hoje proporei na Academia a transcrição em Ata dessa genial diarréia “poética”. 

Afinal, não é todo dia que no Brasil se pode ler merda tão grande. É como diz um amigo: O canoro sabiá maranhense foi preterido por um milionário beija-flor cagão.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Primavera maranhense coloca à prova Roseana Sarney




Por: Mauro Sampaio/Acessepiaui

O Maranhão vive sua primavera revolucionária, não ao estilo árabe, com o povo nas ruas, exigindo a queda dos seus ditadores e apoiados pela democracia ocidental, mas com policiais civis e militares em greve geral e as ruas das principais cidades "sitiadas" por homens do Exército e da Força Nacional.  

A governadora Roseana Sarney (PMDB) birrou e não negocia sob pressão e ameaças. A Assembleia Legislativa foi ocupada e a guarda do Palácio dos Leões, sede do Poder Executivo, desapareceu.

A polícia maranhense não é a mais mal paga do Brasil e não há qualquer arrastão nos Estados para estancar a segurança pública e forçar a aprovação da proposta de emenda à Constituição que institui o piso nacional, a chamada PEC 300 (emperrada na Câmara dos Deputados por força dos governadores).

Roseana exige o fim do isolado movimento para conversar. Enquanto isso, entregou a segurança ao Exército e à Força Nacional. A patrulha em São Luís é feita por soldados bem armados. Eles circulam nas viaturas da Polícia Militar e estão presentes em praticamente todos os bairros.

Quem desembarca no aeroporto, é "recebido" pela tropa verde-oliva. A população não parece assustada ou incomodada. Na orla, no último domingo (27/11/11), bares lotados, muito pagode, surfe (isso, surfe), caminhantes, corredores e banhistas.

Mas, o quadro, se contado pela oposição, é estarrecedor, como se realmente o Maranhão estivesse fora de controle. Quem sabe.

A bancada federal do Estado, de maioria governista, tenta mediar um acordo para que a greve chegue ao fim. Roseana está irredutível e seu calo na Câmara dos Deputados, Domingos Dutra (PT-MA), desenha uma primavera de flores negras: "Se houver tragédia no Maranhão, se morrer gente no Maranhão, a responsabilidade única é da governadora, que não negocia, escora-se no Exército, descumpre acordo, desmoraliza todo mundo."

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O que a Mirante não diz sobre o Movimento Militar



Depois que o governo Sarney resolveu sair de sua arrogância e negociar com os militares acampados na Assembléia Legislativa foram feitas duas propostas objetivas, uma por parte do governo e outra por parte do movimento. Ontem (29/11) o governo ofereceu 10,1% de reajuste. No mesmo dia, uma assembléia com mais de mil trabalhadores rejeitou a proposta. A reivindicação inicial era de 30%.

Hoje pela manhã, os militares encaminharam uma nova proposta que esta sendo discutida em outra rodada de negociação. A nova reivindicação do movimento é a seguinte:

Para janeiro de 2012 - 17,9% de reajuste, com o salário base de um soldado da PM ficando em R$ 2400,00.

Para 2013 - 12,5% de reajuste

Para 2014 - 11,11% de reajuste

Para 2015 – 10% de reajuste

Segundo informações dos dirigentes do comando do movimento, já houve acordo em relação às seguintes reivindicações: anistia geral, o fim do Regulamento Disciplinar do Exército (com a implantação de um novo código de ética para a PM do Maranhão), a forma de promoção, a data base, a mesa paritária e a carga horária.

Estes dirigentes nos informaram também que o governo não aceitou a aposentadoria com 25 anos de trabalho, nem a equiparação do cargo de Comandante da PM ao cargo de Secretário de Estado. Sendo, assim, para viabilizar o acordo, estas reivindicações foram retiradas.

Porém, enquanto o governo não tem a capacidade de viabilizar um acordo, cresce a cada dia o apoio ao movimento dos militares em todos os setores da sociedade civil. Ontem, o MST e um grupo de quilombolas, estiveram na Assembléia Legislativa para prestar solidariedade. E os quilombolas fizeram uma festa, com música e tambores, cantando: “quem não pode com a formiga, não assanha o formigueiro”. Um dia antes, estiveram na sede da Assembléia Legislativa para prestar solidariedade os estudantes, políticos de vários partidos e organizações sociais.

Quanto ao Sistema Mirante/Sarney, ele segue querendo criminalizar o movimento militar e, como resposta, ficou sem conseguir falar com o comando da paralisação, num boicote que continua merecendo o nosso elogio. A violência comandada e iniciada por Fernando Sarney (definido pela PF como chefe de uma organização criminosa) desencadeia uma reação natural da PM, criando, lamentavelmente, um ambiente hostil para os diferentes profissionais que trabalham nos órgãos de comunicação da oligarquia. Neste caso, os diferentes empregados pagam pelos atos e crimes do patrão opressor.

E assim, neste clima criado pelo próprio grupo Sarney, o governo Roseana vai se desgastando cada vez mais junto à opinião pública, com direto até a um pedido de impeachment circulando nas redes sociais. Nos bastidores, todos dizem que, se os trabalhadores militares continuarem unidos, o governo - que está cada vez mais desmoralizado - será obrigado a ceder.

Vias de Fato