quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Governo contrata “consultoria artística” e projeto de monumento para os 400 anos




Em nome dos 400 anos de São Luís, o governo do estado já começou a realizar contratos no mínimo curiosos, como a consultoria de R$ 180.000,00 que será prestada por uma tal de A.M.L. Morais.

Digo tal porque no extrato de contrato publicado no Diário Oficial, não há sequer o número do CNPJ dessa dita empresa para que possamos saber quem é o feliz proprietário.

Enquanto varios setores da sociedade já se reúnem para traçar uma possível programação, o secretario Luís Bulcão contratou a A.M.L. Morais para fazer consultoria artística e cultural para a concepção das atividades relativas ao quarto centenário da nossa capital.

Para completar, o governo ainda contratou por R$ 148.926,00 a Arco Engenharia e Incorporação Ltda para fazer o projeto do monumento comemorativo aos 400 anos.

Esse monumento deve ser erguido no retorno da ilhinha com a Av. Ana Jansen, e pelo que noticiou Pergentino Holanda, ele será criado pelo artista plástico Jesus Santos, o mesmo criador da serpente que mal navega na Lagoa da Jansen.

Nada contra Jesus Santos, a quem considero um dos expoentes de nossas artes plásticas, mas creio que o certo seria realizar uma espécie de concurso, onde outros artistas pudessem também participar.

Mas como se trata desse governo que já adiantou R$ 1.500.000,00 para que a Beija Flor faça o seu carnaval tendo como tema São Luís, e pagou R$ 171.500,00 apenas para a realização do concurso de samba, do qual já foram escolhidos os que vão disputar o samba enredo da escola carioca; nada mais surpreende.

Dinheiro pouco é bobagem…

Garrone

Ex-ministro da Agricultura troca de partido e dispara contra Sarney


Metralhadora giratória


Reinhold Stephanes, ex-ministro da Agricultura, também está trocando o PMDB pelo novo PSD. Antes de deixar o partido, disparou sua metralhadora giratória: “Os ministros do PMDB hoje não têm comando sobre as áreas que atuam. O Turismo é comandado pelo Sarney, Minas e Energia pelo Sarney e pela Petrobras e esse que está na Agricultura (Mendes Ribeiro) não entende nada”. E adiante: “O Temer, o Sarney, o Henrique Eduardo Alves, o Eduardo Cunha e o Eliseu Padilha são um pessoal que trabalha para si e distribui benesses para um pequeno grupo que lhes dá apoio”.

JB

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Denúncia: Funcionários recebem salário e ticket sem trabalhar no Detran




Leitor que se identifica como representante dos funcionários do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) denuncia, em comentário enviado ao blog, que alguns funcionários do órgão estão recebendo salário e ticket alimentação sem trabalhar.

“Essas pessoas não batem ponto eletrônico como todos nós; tem uns que não estão nem cadastrado no ponto do órgão só recebendo ticket e salário”, afirma o denunciante.

O blog publica abaixo a íntegra da denúncia para que o Diretor Geral, Flávio Trindade (foto), que até então vem desempenhando um bom trabalho no Detran, tome conhecimento e se pronuncie acerca das denúncias.

Representante de todos os funcionários do DETRAN-MA

Caro John a gente queria ajuda de você, John aqui no Detran-Ma está acontecendo que funcionários estão recebendo salário e ticket alimentação sem trabalhar, uma prova disso é que essas pessoas não batem ponto eletrônico como todos nós, que tem gente que trabalha no sol quente fazendo vistoria de carros, outros no atendimento lotado trabalhando para atender a sociedade enquanto outros estão nomeados na empresa terceirizada que presta serviço ao órgão e nem vão lá no Detran rindo da nossa cara. John vou te dar uma dica simples, pega a relação de funcionários que estão recebendo salário e ticket e pega a frequência de presença no ponto eletrônico. Vou dizer mais: tem uns que não estão nem cadastrado no ponto do órgão só recebendo ticket e salário. Cadê esse diretor Flávio Trindade que dizem por ai que é um cara correto. John obrigado desde já de coração. Deus te acompanhe!


Jonh Cutrim

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Maranhão fora da banda larga popular pela ganância de Roseana que exigiu cobrança do ICMS





O Governo começou a distribuir internet popular, com banda larga com preço de R$ 35 desde o último sábado em 344 municípios brasileiros. As empresas de telefonia fixa que firmaram termos de compromisso com o governo para participar do programa confirmaram o início das ofertas, encaminhando ao Ministério das Comunicações a lista de municípios a serem atendidos na primeira fase.

A expectativa é que até o final do ano o número de municípios atendidos chegue a 544. O valor do serviço pode chegar a R$ 29,90 nos estados onde haverá isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Porém mais uma vez o Maranhão estará excluído dessa oferta devido às manobras da Governadora Roseana Sarney que esta inclusa na “Galeria do Atraso” juntamente com outros  12 governadores. A galeria é formada pelo gestores estaduais que nada’ fizeram para retirar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado aos usuários de serviços de banda larga popular em seus respectivos Estados.

Caso a governadora retirasse o referido imposto, a assinatura mensal que custa R$ 35 teria o valor reduzido para R$ 30.

Com isso além de continuar pagando auto pelo uso da internet o maranhense ficará em um primeiro momento excluído da banda larga popular.

Curtinhas da Rosengana


E a marginal continua...

Engraçado esse Ministério Público para embargar construção de prédio em área de preservação ele é ligeiro agora para impedir o crime ambiental com a construção da Marginal Sarney ou da MA 171 de Roseana ele faz vista grossa. Chama a Polícia que todo o poder esta corrompido.

Portal parado

Denúncia, Portal da Transparência esta desatualizado desde de agosto, Governo vem roubando e muito no mês de setembro sem que a população saiba aonde esta sendo investido o dinheiro do contribuinte.

Sarney e os cargos

Perguntinha que não quer calar, que parente do Tico Santa Cruz o Sarney indicou para algum trabalho. Meu deus papai já deu cargo para deus e o mundo.

Família Sarney teve sigilo quebrado 18 vezes


Família Sarney teve sigilo quebrado 18 vezes
Por Pedro Canário

Interceptações telefônicas prorrogadas 18 vezes por decisões idênticas, sem novos e bons argumentos do Ministério Público, e com base apenas em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse foi o motivo para o Superior Tribunal de Justiça anular todas as evidências colhidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público na Operação Facktor, ex-Boi Barrica, que investigou negócios de Fernando Sarney e de outros integrantes da família do presidente do Senado, José Sarney.

A única peça em que se baseou a PF para instaurar o inquérito, e o MP para pedir a quebra do sigilo dos acusados, foi um relatório Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O documento apontava “movimentações financeiras atípicas” entre Fernando Sarney, sua mulher, Teresa Cristina Murad Sarney, empresas do grupo Mirante (de propriedade do casal, e de outros sócios), funcionários e o empresário Eduardo Carvalho Lago. De 23 a 27 de outubro de 2006, foram movimentados mais de R$ 2 milhões, segundo o Coaf.

Em defesa de seus métodos, o Ministério Público alegou que a quebra do sigilo dos acusados era a única forma de apurar os possíveis crimes. Na petição final enviada ao STJ, obtida pela revista ConJur, o MP afirma que os “métodos normais” de investigação, previstos no Código de Processo Penal de 1940 “são sabidamente ineficientes” quando se trata de fraudes financeiras. “Não é por outra razão que o legislador editou as leis que tratam do crime de lavagem e da interceptação das comunicações telefônicas”, alegou.

O comunicado do Coaf, detalhando as movimentações, foi enviado ao Ministério Público Federal e à PF no dia 1º de novembro de 2006. O inquérito foi aberto no dia 22 de novembro, mesmo dia em que o MP pediu pela quebra do sigilo bancário, fiscal, telefônico e dos e-mails do grupo Mirante. Foi atendido no dia seguinte.

Quem concedeu o pedido foi o juiz substituto José Valterson de Lima. Argumentou que “a experiência tem demonstrado que uma tal movimentação de dinheiro vivo está geralmente relacionada a operações ilícitas”. O próprio Coaf já alertava que a comunicação da movimentação não era a denúncia de atividades ilegais.

O relatório dizia que aquelas eram “informações de inteligência” que “destinam-se a subsidiar investigações porventura existentes ou que venham a ser instauradas”. Foi essa linha que seguiu o STJ: apenas a comunicação do Coaf não é suficiente para determinar a quebra de sigilo, e deveriam ter sido colhidas mais evidências.

Segundo o MP, a quebra do sigilo bancário é a única forma de saber a origem e o destino do dinheiro, enquanto a quebra do sigilo fiscal serve para apurar a legalidade desse dinheiro — se considerado ilegal, se ele foi “lavado” e devolvido à economia do país. A escuta telefônica, disse, serviu para saber qual a relação entre as pessoas envolvidas nas transferências. O Ministério Público ainda afirma que, se não houvesse dúvidas quanto à legalidade das transferências financeiras, o Coaf não o comunicaria.

Pela lei, toda movimentação acima de R$ 100 mil deve ser comunicada pelas instituições financeiras ao Coaf. O órgão, por sua vez, deve informar as movimentações que considera suspeitas à PF e ao MP, para que tomem as devidas providências.

Questão de experiência
O juiz da primeira instância, ao autorizar o uso dos métodos investigativos, seguiu a argumentação da acusação. “A medida é necessária e mesmo indispensável para a adequada apuração dos fatos e estriba-se no parágrafo 4º do artigo 1º da Lei Complementar 105/2001, que destaca em seus incisos crimes contra a ordem tributária (inciso VII) e de lavagem de dinheiro (VIII).”

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que decidiu pela legalidade das provas, usou os mesmo termos. Afirmou que a investigação, por definição, se dá em caso de dúvida quanto ao cumprimento das leis penais e, para a instauração do inquérito “basta a indicação de fatos objetivos, idôneos verossímeis”. “É isso o que precisamente se extrai da manifestação do Coaf.”

A segunda instância, porém, decretou ilegal o grampo dos e-mails dos acusados. A PF conseguiu a quebra de sigilo de todos os acusados e do domínio @mirante. Isso deu aos investigadores acesso a mais de 400 e-mails, nem todos relacionados ao caso, sem necessidade. A investigação teve, por exemplo, acesso às correspondências redação@mirante.com.br e jurídico@mirante.com.br.

Por fim, o MP defende-se afirmando que os argumentos da defesa pela invalidade das provas são improcedentes. Disse o MP que, pela jurisprudência do tribunal, esta fase não analisa prova ou “contexto fático” em que elas foram apuradas, e era isso o que defesa pedia.

Vício de origem
Mas o argumento da defesa foi o que prevaleceu no STJ. De acordo com os advogados, a comunicação do Coaf poderia servir de base para a instauração de um inquérito, que apuraria supostas irregularidades. Mas nunca, segundo a defesa, como única evidência para determinar a quebra de sigilo dos investigados. “Não sendo assim, estar-se-ia a admitir a quebra de sigilo para fins de prospecção, o que é juridicamente inviável”, argumentou a defesa ao STJ.

Para os advogados, o inquérito policial teve “vício de origem”, o que torna todo o resto da investigação, bem como a ação penal, ilegal. “Desde seus atos iniciais, acabou sendo contaminado por diversas e instantâneas ilegalidades.”

Também dizem que as escutas telefônicas foram postergadas indiscriminadamente, violando a lei e a jurisprudência vigente. Pelo entendimento dos tribunais, o grampo só pode ser feito por 15 dias, prorrogáveis por mais 15. Mas, no caso da Facktor, ele foi prorrogado por 18 vezes, em decisões idênticas, assinadas pelo juiz federal substituto Neian Milhomem Cruz. Não há nas prorrogações, segundo a defesa, nada que justifique a continuidade das escutas.

Intenções políticas
Também é levantada a hipótese de que a Justiça Federal não teria competência para julgar o caso, pois a Operação Boi Barrica foi montada com o intuito de chegar a Roseana Sarney, então senadora e candidata ao governo do Maranhão, e José Sarney Filho, então deputado federal.

Prova disso, segundo os advogados, é que, em abril de 2007, a Polícia Federal pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão a prestação de contas das campanhas dos dois. Outra prova, de acordo com a defesa, é o nome original da operação.

Boi Barrica é o nome de um grupo folclórico maranhense, do qual Roseana é madrinha. A operação levou o nome porque tinha, no fundo, o intuito de chegar à filha do presidente do Senado. O juiz do primeiro grau, ao conceder a quebra do sigilo de Fernando Sarney e da mulher, aventou a possibilidade de o dinheiro ir para o financiamento ilegal de campanha, já que a movimentação suspeita se deu uma semana antes das eleições para presidente da República e governador estadual.

Mas esse argumento foi negado, tanto pelo MP quanto pelo STJ. O relator do caso, ministro Sebastião Reis Júnior, refutou as provas sem entrar no mérito das acusações.

"Os fundamentos, do pedido e da decisão, foram, exclusivamente, as informações do Coaf e a simples referência a dispositivos legais, além da conclusão totalmente subjetiva e desacompanhada de qualquer elemento concreto de que as movimentações financeiras atípicas deveriam ser investigadas por terem ocorrido em período pré-eleitoral", afirmou. A decisão foi unânime.

SARNEY É ESCULACHADO PELA SEGUNDA VEZ NO ROCK IN RIO

Existe um dito popular que diz que as imagens falam mais que mil palavras, neste caso 100 mil pessoas falam por um Estado inteiro que vive e sofre pelos desmandos desta oligarquia Sarney, que nos toma todos os direitos há 40 anos. Somos humilhados a quatro décadas, pois a nossa resposta chegou, o Rock in Rio ficará marcado pelo grito dos excluídos por liberdade e por democracia.